quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Sons do Inferno

Em meados de dezembro de 1989, um grupo de geólogos russos fizeram um poço de 14.000  metros de profundidade na Sibéria, e eles afirmam terem ouvido lamentações que vinham do centro da Terra, pedindo água e misericórdia. Segundo os cientistas, depois de ter perfurado vários quilômetros, os equipamentos começaram a funcionar descontroladamente, dando a impressão de que o centro da Terra é oco.


Por motivos não esclarecidos (se buscavam petróleo ou algo do tipo), o Dr. Azzacove ou Azzacov, era um cientista conhecido apenas pelo enorme buraco que teria cavado no chão da Sibéria. Segundo o relato, a temperatura quando atingiram os 14.000 metros era de 2.000 graus Fahrenheit, e apesar da alta temperatura, os cientistas conseguiram introduzir através da sonda, um microfone e ficaram pasmos com o que escutaram.

A notícia se espalhou rapidamente pelo mundo na época. Um jornal da Finlândia publicou uma matéria com relatos dos operários e estudiosos que ouviram a fita. O Dr. Azzacove declarou o seguinte: "Como um comunista eu não acredito em céu ou na Bíblia mas, como um cientista eu acredito agora no inferno.

Desnecessário dizer que ficamos chocados ao fazer tal descoberta. Mas nós sabemos o que nós vimos e nós sabemos o que nós ouvimos. E estamos absolutamente convencidos que nós perfuramos pelos portões do inferno! Nós abaixamos um microfone, projetado para descobrir os sons de movimentos tectônicos abaixo da galeria. Mas em vez de movimentos de placas nós ouvimos uma voz humana, gritando de dor! No princípio pensamos que o som estava vindo do nosso próprio equipamento. Mas quando nós fizemos ajustes nos equipamentos, nossas piores suspeitas foram confirmadas. Os gritos não eram de um único humano, eles eram gritos de milhões de humanos! A essas alturas suspendemos a operação e ocultamos o buraco. Era evidente que havíamos descoberto algo que sobre passava a compreensão. Havíamos visto e escutado coisas que nunca foram vistas nem escutadas."


Vou deixar vocês com o audio:



créditos: fatosdesconhecidos

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