quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Casos de Possessão pt.1



David Berkowitz, também conhecido como “filho de Sam”, foi um assassino conhecido por deixar notas nas cenas dos crimes. Durante sua infância, ele matou 7 pessoas e feriu gravemente outras 6.

No verão de 1976 ele finalmente foi preso e condenado, onde confessou que os assassinatos só aconteceram pois ele estava possuído por um demônio.

Ele foi condenado a prisão perpétua, embora sua sentença fosse alterada em 1990, quando encontraram provas que relacionavam Sam com um culto satânico.


Arne Cheyenne Johnson

A história envolve a possessão de um garoto de 11 anos de idade, chamado David Glatzel, que estava vivendo com Arne Cheyenne Johnson.

David começou a exibir sinais de uma entidade demoníaca, então Ed e Lorraine Warren, acompanhados por um padre, tentaram exorcizar o demônio do garoto. Em 16 de fevereiro de 1981, Arne, possuída pela entidade, atacou o senhorio da família, esfaqueando-o várias vezes com uma faca de bolso. Os advogados tentaram provar que este ato foi devido a sua infância traumática, mas não tiveram sucesso.

Eles pediram a ajuda dos famosos parapsicólogos “Ed e Lorraine Warren”, que concluíram se tratar de um caso grave de possessão. Porém o juiz determinou que mesmo estando possuída não seria desculpa pelo crime de assasinato e a condenou a 20 anos de prisão, dos quais cumpriu apenas 6.

Michael Taylor

Osset, Grã-Bretanha. Em 1971, uma família estava em uma tranquila reunião de amigos, quando sua esposa, Christine, acusou seu marido de traição.

Michael começou a insultá-la e a dizer obscenidades, que seguiu com atos violentos que levaram ao divórcio pois Christine alegava que seu marido estava possuído. Esse comportamento continuou por meses, fazendo o próprio Michael chamar padres para tentar remover o espírito de dentro dele.

O exorcismo durou apenas um dia, mas eles afirmaram que o demônio continuava em seu corpo. Quando Taylor foi na casa dele, ele a assassinou brutalmente junto de seu cão. Em julgamento, o juiz o absolveu por demência.

Créditos: minilua

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