sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Crianças da família Sodder

Em 1945, na véspera de natal, os integrantes da família Sodder, imigrantes italianos que viviam em Fayetteville, em West Virgínia, estavam dormindo quando um incêndio começou na casa, e cinco dos dez filhos que viviam no local ficaram presos no andar de cima. No entanto, depois que os bombeiros apagaram o fogo, nenhum vestígio — como corpos carbonizados ou até mesmo ossos — foi descoberto entre os escombros.

E uma sucessão de detalhes estranhos veio à tona durante as investigações... Os Sodder não conseguiram ligar para os bombeiros porque os telefones não estavam funcionando, e o pai das crianças tentou aproximar seu caminhão da casa para acessar o andar de cima, mas o veículo não dava partida. Além disso, testemunhas disseram ter visto desconhecidos rondando a residência antes do incêndio, e um artefato parecido a uma bomba foi encontrado no jardim.



Isso sem falar que dias antes do fatídico incêndio, a família recebeu a visita de dois homens estranhos — um deles se apresentou como corretor de seguros — que fizeram ameaças diretas aos Sodder por conta de comentários antifascistas que o pai da família teria feito pela cidade. Curiosamente, esse mesmo corretor participou do processo que determinou a causa do incêndio como acidental.

Mais tarde, a garçonete de uma lanchonete de beira de estrada e uma mulher hospedada em hotel de Charleston contaram às autoridades que haviam visto as crianças acompanhadas por um grupo de homens aparentemente italianos que não deixou ninguém se aproximar dos pequenos. Após 20 anos, a mãe das crianças recebeu uma foto que supostamente mostrava um de seus filhos já adulto, mas nenhum deles — nem seus corpos — jamais foram encontrados.

Créditos: MegaCurioso


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