sábado, 18 de janeiro de 2014

Experimentos em Humanos

Os campos da Coréia do Norte

A Coréia do Norte é um país fechado ao mundo, onde, supostamente, diversas atrocidades ocorrem, pois eles não estão nem aí para os códigos mundiais que proíbem tratamento bárbaro a humanos. Por serem tão fechados em si, raramente alguma informação sobre testes e atrocidades com humanos vazam, mas quando tais notícias surgem, elas não são nada boas.

Uma mulher que fugiu daquele país, relatou ter visto 50 mulheres serem obrigadas a ingerir uma droga venenosa. Elas tinham que tomar o que lhes era dado, caso contrário suas famílias seriam penalizadas. A fugitiva conta que as 50 mulheres que tomaram a droga morreram em vinte minutos, vomitando sangue e sofrendo de sangramentos anais.

Kwon Hyok, que trabalhava em um prisão coreana, relatou algumas cenas do que viu lá. A mais marcante fala de uma família que foi presa em uma câmara de gás sufocante. Estavam lá os pais e duas crianças. Conforme o ar ficava mais envenenado, os pais tentavam ajudar as crianças fazendo respiração boa a boca, mas quando suas forças acabaram, todos morreram.

The Monster Study

Em um orfanato em Iowa, nos Estados Unidos, 22 crianças foram separadas em dois grupos. As primeiras 11 receberiam um ótimo tratamento, sempre sendo elogiadas por suas qualidades e pelo o que faziam, já o outro grupo seria sempre xingado, sofreria abusos verbais e seriam castigados por qualquer coisa.

As crianças, do grupo que recebia xingamentos, começaram a demonstrar problemas psicológicos logo depois do início dos testes, que duraram meses. Algumas delas desenvolveram gagueira, pelo simples fato de serem acusadas desse problema, que na verdade não tinham antes.

Essa monstruosidade feita com as crianças afetou a vida delas para sempre, deixando a maior parte, das que sofreram abusos, com problemas sérios até a vida adulta. O experimento foi conduzido por Wendell Johnson, um psicólogo, que fez tudo às escondidas.

Somente em 2001, a Universidade onde tal crime ocorreu pediu desculpa pelo ocorrido.

Sem anestesia

Em 1840, J. Marion Sims, um médico americano, realizou vários estudos cirúrgicos em escravos. Um de seus experimentos envolvia cirurgias vaginais sem anestesia. Durante mais de três anos, ele tentou encontrar a cura para fístula vesicovaginal, usando escravas como cobaias. Uma das mulheres chegou a ir 30 vezes para mesa cirúrgica, sem anestesia alguma, até ter seu problema resolvido.

Além disso, Marion praticava outras formas de curas bizarras, que incluíam a utilização de perfuradores de ferro, usado por sapateiros, para abrir buracos na cabeça de pessoas que sofriam de trismo.
 
Água fervendo

Dr. Walter Jones, nos idos de 1840, realizou alguns dos experimentos mais macabros da história da humanidade. Ele afirmou ter descoberto a cura para a febre tifoide, uma doença que causava muitos problemas na época. Assim, para testar seu remédio revolucionário, ele pegou alguns escravos e iniciou os testes.

O “milagroso remédio" feito por ele era água fervendo. Para aplicá-lo, o médico colocava o escravo deitado de barriga para baixo, depois despejava a água fervente sobre ele! Mas isso não era o bastante, o procedimento precisava ser feito de 4 em 4 horas! O médico morreu afirmando que muitos pacientes foram curados, mas, obviamente, isso jamais foi provado.

Tratamento de choque infantil

Lauretta Bender é uma médica de renome, que foi importante no desenvolvimento de alguns exames capazes de determinar se uma criança possui algum tipo de problema mental ou não. Porém, nem só de coisas boas é feita a sua história.

Em um dos experimentos mais insanos feitos por alguém, ela tratou crianças com problemas mentais a base de choque! Lauretta dizia que o choque dado fazia com que os problemas mentais desaparecessem, além disso, ela dopava as crianças com LSD e outras drogas poderosas. Muito se fala que essa médica estava ligada ao estranho projeto MK-ULTRA (programa ilegal e clandestino de experiências em seres humanos) da CIA.

Créditos: MiniLua
~Carol

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