domingo, 19 de maio de 2013

Serial Killers que marcaram história

O post de hoje é sobre alguns dos serial killers, vamos a eles:

 

Jeffrey Dahmer: empregado numa fábrica de chocolates, era para todos um " bom rapaz ", afável, interessado em competições desportivas, e que morava ali apenas há ano e meio, vindo de casa de uma avó, residente também em Milwaukee. Ignorava-se que já estivera preso, condenado a cinco anos por abusar de um menor, mas com pena reduzida a um ano, por interferência do pai. E ignorava-se que em casa da avó havia sido descoberto um monte de ossos, que Jeffrey, dissera, naturalmente, serem ossos de animais. Ninguém estranhara pois em criança, Jeffrey tinha o gosto doentio de desossar animais.





O Zodíaco: O esquivo Zodíaco é o mais produtivo serial killer da Califórnia. Existem várias teorias sobre a identidade, método e raciocínio por trás do lastro de assassinatos dele. Seus números variam de acordo com as fontes. Alguns atribuem apenas 6 mortes a esse maníaco sem face. Outros acreditam que ele alcançou a marca de 49 assassinatos.






John Wayne Gacy Junior: Palhaços cometendo crimes já foram tema de vários filmes, quer seja sob a forma de entidades sobrenaturais, como no filme "It" (baseado na obra de Stephen King), ou loucos foragidos de um manicômio, como no filme "Palhaços Assassinos". Mas se esse terror fosse real? E se aquele indivíduo querido pelas crianças e digno da confiança de toda a vizinhança, escondesse uma face sombria? Essa é mais ou menos a história de John Wayne Gacy Junior.




Theodore Robert Cowell: mais conhecido pelo apelido “Ted” Bundy (24 de novembro de 1946 – 24 de janeiro de 1989), foi um dos mais temíveis assassinos em série da história dos Estados Unidos da América durante a década de 1970. Com uma infância perturbada, ele iniciou a sua carreira criminosa assassinando e estuprando as suas vítimas. Era um homem charmoso, comunicativo, de conversa e palavras convincentes, que lhe ajudariam a seduzir e eliminar mulheres em uma matança desenfreada.[1][2] Foi preso e conseguiu fugir, dando continuidade a seus crimes na mesma noite em que escapara. Em 15 de janeiro de 1978, ele partiu em uma noite de chacina e matou duas meninas e feriu duas outras ao redor do Chi Omega, uma casa de república de mulheres em Tallahassee.Ted Bundy foi levado a julgamento e condenado à pena de morte por eletrocução. O júri demorou apenas quinze minutos deliberando sobre o veredicto. Executado em 24 de janeiro de 1989, Bundy ainda foi alvo de uma ironia no dia de sua morte: foi uma mulher quem ligou a chave da cadeira elétrica que pôs fim à sua vida.



Jack, o Estripador: Responsável por assassinatos de prostitutas da Área de Whitechapel de Londres, em 1888, Jack, o Estripador identidade é ainda desconhecida. No entanto, ele é um dos assassinos seriais mais famosos da história. Suas vítimas eram prostitutas que foram brutalmente assassinados. Alguns de seus órgãos internos também foram cirurgicamente removidos pelo assassino.




Agora algumas mulheres:

Gunness Belle: Nascido em 1859, ela foi responsável pelas mortes de mais de 20 pretendentes e todos os seus filhos. Belle também era famoso por incendiar casas e recolhendo dinheiro do seguro para a propriedade e para os seus maridos mortos. Mais tarde, ela evoluiu para colocar um anúncio de um marido em um jornal e atrair pretendentes potenciais para sua casa e matá-los. Ela iria enterrar os corpos em sua fazenda e chiqueiro de porcos. Ela, ou falsificado sua própria morte, ou realmente foi morto no fogo em sua fazenda.




Dorothea Puente: Em 1988, esta mulher de 60 anos foi condenado a cumprir dois mandatos de prisão perpétua pelo assassinato de pelo menos 9 pessoas. Ela seria executado uma pensão para idosos pessoas com deficiência, e roubar-lhes o seu dinheiro benefício. Ela também matá-los e continuar a tomar os benefícios do governo, forjando os seus controlos.










E claro, os brasileiros:

O Monstro do Morumbi: No final dos anos 60 e começo dos 70, sete mulheres foram brutalmente assassinadas por estrangulamento e seus corpos abandados em terrenos baldios do Morumbi. A polícia não tinha pistas do criminoso. Suas vítimas foram encontradas do mesmo jeito: nuas ou seminuas, pés e mãos amarrados com uma corda improvisada com pedaços de suas roupas (meias de náilon, sutiãs, calcinhas, lenços, blusas, saias), boca, nariz e ouvidos tampados com pedaços de jornal e papel amassados, e uma tira de tecido que servia como mordaça e como enforcador ao mesmo tempo. De cada uma das vítimas, o assassino levava o dinheiro, as jóias e uma peça de roupa, que dava de presente à companheira. Foi ela que, cansada de pular de emprego em emprego por conta do marido, acabou denunciando-o à polícia. Ao saber-se descoberto, o assassino fugiu e foi para o Pará, onde matou outras três mulheres e foi, finalmente, capturado. Ao ser preso, José Guerra Leitão, o "Monstro do Morumbi", confessou os crimes.
O modo como escolhia a vítima era sempre o mesmo -  com as mesmas características físicas que, mas tarde, viria a se saber que eram as da sua mãe. Para ganhar a confiança das mulheres que matava, José Guerra Leitão criava um vínculo com elas, convidando-as para sair ou pedindo-as em namoro. Quando elas caíam em sua lábia, ele as levava para um matagal na região do Morumbi e as matava. Segundo especialistas, o motivo que o levou a cometer os crimes pode estar ligado à sua infância traumática. Com seis anos de idade, Leitão era responsável por limpar as feridas do pai hanseníaco, e sua mãe, prostituta, o levava para seus programas. Enquanto o pai definhava na cama, Leitão presenciava a vida sexual da mãe. Passou a nutrir ódio compulsivo pelas mulheres, o que o teria levado a praticar os crimes.
Leitão dizia com naturalidade ter matado mais de 24 mulheres, mas a polícia não conseguiu provas para acusá-lo de todos os crimes. Foi condenado pelo assassinato de quatro vítimas. Cumpriu a pena máxima de 30 anos e foi libertado em 2001. Sua localização é desconhecida.

O Vampiro de Niterói:    Marcelo Costa de Andrade era considerado o pior serial killer brasileiro até a prisão, em 2004, de Francisco Chagas de Brito pelo assassinato de 42 crianças. O "Vampiro de Niterói", como ficou conhecido, matou brutalmente 13 meninos entre 6 e 13 anos no Rio de Janeiro, entre 1991 e 1992. Marcelo atraía suas vítimas para áreas desertas, estuprava-as e as estrangulava. Depois de matá-las, Marcelo bebia seu sangue ("para ficar bonito e jovem como eles") e praticava sexo com seus corpos até que o estado de decomposição adiantado o impedisse. Foi preso após ser denunciado por uma de suas vítimas, um menino de 10 anos que conseguiu fugir de Marcelo depois de ter sido violentado e de ter presenciado o estupro e a morte do irmão de 6 anos.
Quando confessou os crimes, Marcelo, um garoto pobre que viveu nas ruas e se prostituiu, disse que "preferia garotos porque eles são melhores e têm a pele macia". Evangélico e homossexual, Marcelo não sente remorso pelo que fez. Ele acredita ter feito um favor às crianças que matou. "O pastor disse que as crianças vão automaticamente para o céu quando morrem antes dos 13. Então eu sei que eu fiz um favor os enviando para o céu". Foi absolvido pela justiça por ser considerado inimputável e mandado para o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Henrique Roxo, em Niterói, sem previsão de libertação. Em todos os exames de cassação de periculosidade pelos quais passou foi atestado pelos peritos como não tendo condições mentais de ser desinternado.


Maníaco do Parque:  Nove. Este foi o número de mulheres encontradas mortas, com sinais de espancamento e estupro, no Parque do Estado, na divisa de São Paulo com Diadema, em 1998. Elas não tinham nada em comum, a não ser o desejo escondido de se tornar modelo fotográfico. Foi com a promessa de uma sessão de fotos para um catálogo que o motoboy Francisco de Assis Pereira conseguiu atrair para o Parque 14 moças. Cinco conseguiram escapar depois de ser estupradas e ter coxas, seios e costas mordidas pelo motoboy. As nove restantes não tiveram a mesma sorte. Foram mortas por estrangulamento, com o cadarço dos sapatos ou uma cordinha que Pereira levava na pochete. O "Maníaco do Parque", como ficou conhecido, fugiu quando seu retrato falado foi divulgado pela polícia. Foi preso uma semana depois, no Rio Grande do Sul, quando um pescador reconheceu o rosto do retrato falado e denunciou sua presença à polícia local.
Ao ser preso, Pereira primeiro negou a autoria dos crimes, depois confessou que havia matado todas as nove mulheres encontradas no Parque do Estado. Foi condenado a 274 anos de prisão e jurado de morte pelos internos. Quando foi questionado sobre os motivos que o levaram a matar as mulheres, Pereira disse: "Eu tenho um lado ruim dentro de mim. É uma coisa feia, perversa, que eu não consigo controlar. Tenho pesadelos, sonho com coisas terríveis. Acordo todo suado. Tinha noite que não saía de casa porque sabia que na rua ia querer fazer de novo, não ia me segurar. Deito e rezo, pra tentar me controlar" [fonte: Veja]. Pereira atribui isso ao fato de ter sido molestado por uma tia quando criança e de ter sido violentado por um patrão na adolescência. (Eses três ultimo foram tirados do site Google Curioso)

2 comentários:

  1. Mentes doentias, um bom serial killer, é um serial killer morto, concorda? haha
    Ótimo blog parabéns.

    http://oportaldomedo.blogspot.com.br/

    Lince.

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